O MEI que usa o dinheiro da venda para pagar o mercado da família está voando cego. No final do mês, não sabe se o negócio deu lucro ou se está sendo bancado pela economia da família. O Sebrae classifica a mistura de contas pessoais e empresariais como o erro número 1 dos microempreendedores.
A armadilha do bolso único
Você vende R$ 5.000. Paga o fornecedor (R$ 2.500), paga a escola do filho (R$ 800), paga o aluguel da casa (R$ 1.000), paga a conta de luz da loja (R$ 300). Sobrou R$ 400. Mas quanto o NEGÓCIO lucrou? Você não sabe, porque misturou tudo.

Empreendedor separando finanças pessoais das finanças do negócio.
Como separar as contas:
- Duas contas bancárias: Uma da pessoa física, outra do negócio. Mesmo que as duas sejam no mesmo banco.
- Pró-labore fixo: Defina um "salário" para você. Todo mês, transfira esse valor da conta do negócio para a pessoal.
- Registre tudo: Cada entrada e saída do negócio no sistema. Se passou pela conta da loja, registra.
Controle Financeiro do MEISU
No MEISU, todas as vendas e custos ficam registrados separados. Você vê o lucro do NEGÓCIO, não da sua vida. Quando definir seu pró-labore, sabe exatamente quanto pode tirar sem prejudicar a empresa.
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